quinta-feira, 28 de abril de 2016

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7 curiosidades sobre o Tomorrowland


1 – A festa começa dentro do avião

Calma que o não se transforma em uma bagunça, porém o clima durante o voo é completamente diferente do que você esta acostumado a ver, os passageiros tem direito a champagne, a ouvir as melhores músicas com alguns Djs famosos que estão a bordo tocando para os passageiros e até lindas aeromoças sensualizando durante o voo, como você pode ver no vídeo abaixo.

 2- Boom é o nome da cidade onde o festival acontece

Muitas pessoas sabem que o festival acontece na Bélgica mas não sabem que ocorre em uma cidade com pouco mais de 16.000 habitantes chamada Boom, com capacidade para mais de 300 mil pessoas. Ela se encontra a aproximadamente 30km da capital da Bélgica, Bruxelas, e para quem acha que esse espaço é reservado apenas ao Tomorrowland está enganado, o local também é palco para dois grandes festivais, o Mano Mundo e o Feria Andaluza.
3- Se você resolver mexer em alguma decoração do evento, você sera escoltado para fora do local.
Belo, bonito e lindo, porém é bom deixar la do jeito que está, afinal de contas se você resolver quebrar, rasgar ou praticar qualquer ato de vandalismo com a decoração do local você será escoltado para fora do evento e não poderá mais entrar até o final.

4- Em 2010 a música tema do evento ganhou como “hit” em 5 paradas belgas

Sendo o tema mais vendido até hoje “Tomorrow (Give Into The Night)” dos artistas Dimitri Vegas, Dada Life e Tara McDonald’s chegou a ser tocado duas vezes no Mainstage de 2010.

5- Em 2013 o evento vendeu milhares de ingressos em apenas 1 segundo.

Coisa muito semelhante acontece no evento Rock in Rio entre outros grandes festivais onde os fãs ficam colados na frente do computador esperando a opção de compra ficar disponível para então congestionarem as redes com varias compras.
O evento desse ano vendeu mais de 360 mil ingressos em menos de uma hora, foi um número bastante surpreendente porém esperado uma vez que o festival esteja completando 10 anos.

6- Na 27ª Annual International Dance Music Awards o festival foi o ganhador do “Best Music Event”.

Isso mesmo, ele foi o ganhador do melhor evento de música e isso aconteceu no ano de 2012 onde o Tomorrowland em uma parceria com a Brussels Airlines criou pacotes exclusivos de viagens, facilitando a vida de mais de 185 mil pessoas de 75 países.

7- A maior roda gigante móvel da Europa esteve presente na edição de 2012.

Parece que 2012 o evento realmente quis chamar a atenção de qualquer maneira, e resolveram colocar uma roda gigante com 6o metros de altura, o equivalente a um prédio de 40 andares.

Parece que 2012 o evento realmente quis chamar a atenção de qualquer maneira, e resolveram colocar uma roda gigante com 6o metros de altura, o equivalente a um prédio de 40 andares.









Como hipnotizar uma pessoa

Muitas pessoas acreditam que fazer hipnose, ou seja, induzir outra pessoa a um estado alterado de consciência, é algo difícil, ou que exige um poder místico ou sobre-natural. Isso é mito.
Hipnose é algo natural. Fazer hipnose é simples.
Antes de apresentar abaixo um script para a indução ao transe, é importante que se tenha em mente alguns conceitos. Primeiro, sempre que for praticar hipnose com alguém, se lembre que você deve proporcionar a esta pessoa o bem-estar. Ela deve sair do transe hipnótico se sentindo bem e querendo mais hipnose, pois é um estado bom de se estar.
Segundo, seja confiante em sua fala e em sua movimentação. Se o sujeito a ser hipnotizado não confiar em você ou no que está fazendo, é provável que não entre em transe.
Terceiro, se não der certo na primeira, tente de novo na segunda, na terceira, até acertar. Hipnose é prática.

Tecnica de Hipnose: Mãos Coladas

Posição das mãos nesta técnica de hipnose: Dedos entrelaçados e palma das mãos para fora.
Posição das mãos nesta técnica de hipnose: Dedos entrelaçados e palma das mãos para fora.
Uma das técnicas de hipnose mais comum, principalmente em hipnose de palco, é atécnica das mãos coladas. Esta técnica é muito simples e funciona com a grande maioria das pessoas. O roteiro é o seguinte:
  1. Peça para o sujeito ficar numa posição relaxada. O relaxamento na postura inicial sempre ajuda;

  2. Peça para ele entrelaçar os dedos e esticar os braços com os dedos ainda entrelaçados, posicionando a palma de suas mãos pro lado de fora. O sujeito deverá ver as costas de suas mãos, com os dedos bem entrelaçados;

  3. Nessa posição, com bastante segurança e firmeza, num tom de voz tranquilo, seguro e afirmativo, começe com a seguinte fala. Obs: Você pode alterar o script da fala, adaptando de acordo com seu jeito de falar, sua região, etc. Use a criatividade (as reticencias significam pausas de 2 a 5 segundos):

    1. “Olhe bem para a sua mão. Use todo o poder da imaginação que você possui para imaginar o que irei falar de agora em diante…”

    2. “Imagine uma cola super poderosa sendo passada em seus dedos… colando todos os dedos de sua mão uns aos outros… colando completamente sua mão….”

    3. “Perceba que esta cola é tão poderosa, que parece que não dá para identificar onde um dedo termina e o outro começa… está tudo cada vez mais colado… completamente colado….”

    4. “Quanto mais força se faz para tentar soltar, mais colado fica… essa cola especial deixa mais colado…quando mais força se faz para tirar… mais colado fica…”

    5. “Completamente colado… irei contar até 5… e quando chegar no 5, tentarar tirar e não conseguirá… pois está completamente colado… e quanto mais força para tirar, mais colado fica…”

    6. “Um…. completamente colado…totalmente colado…”

    7. “Dois… quando mais força, mais colado fica…”

    8. “Três… totalmente colado…”

    9. “Quatro… completamente colado… quanto mais força para tirar… mais colado fica…”

    10. “Cinco! Tente tirar e não consegue. Tente tirar e não consegue pois está completamente colado”.

  4. O sujeito provavelmente ficará com as mãos coladas por um tempo. Observe a mão dele e ele tentando tirar. Não demore muito, pois naturalmente a mão irá soltar. Ela não fica colada para sempre.

  5. Aqui vai um truque: quando você perceber que o sujeito está quase tirando a mão, você pede para ele parar, estrala os dedos na frente dele, toca na mão dele e diz: “Agora sua mão está solta. Pode tirar que você consegue”. Ele irá relaxar e soltar a mão.

  6. O passo cinco é um truque porque o sujeito já estava sozinho conseguindo soltar a mão. Quando esse truque é aplicado, ele passa a acreditar que soltou por conta de seu comando. Isso aumenta a confiança que o sujeito terá em você e em sua técnica.

Algumas observações:
  • Sempre fale com muita segurança e tranquilidade. Sem gaguejar, sem tremer a voz. Isso é importante;

  • Se não funcionar, faça de novo com outra pessoa. Hipnose é prática;

  • Algumas frases desse roteiro são muito importantes. Ao final da contagem, a frase utilizada é: “Tente tirar e não consegue”. Essa frase pode estar gramaticalmente estranha, mas isso é importante. O que se está fazendo aqui é dar o comando para a mente consciente e inconsciente da pessoa. Para a mente consciente, se fala: Tente tirar. Para a mente inconsciente se fala: não consegue tirar. Se você só falar: “Agora tente descolar a mão”, o seu comando ficará um pouco mais fraco. Funcionará? Talvez sim, talvez não. Mas é interessante sempre reforçar o comando para garantir um bom resultado.



Como a 'Anatel americana' combate o limite de dados na internet dos EUA



Enquanto os consumidores brasileiros criticam o limite de dados na internet fixa - movimento iniciado pela Vivo e que pode começar a restringir o acesso de muitas pessoas à rede a partir de 2017 -, os norte-americanos enfrentam problemas parecidos. Por lá, franquias em conexões ADSL são muito comuns, e também muito odiadas.
Segundo o The Wall Street Journal, reclamações com relação à oferta de internet fixa nos EUA cresceram impressionantes 815% entre o primeiro e o segundo semestres de 2015. Por lá, o limite de dados é imposto por todas as grandes operadoras de telecomunicações - um mercado quase que monopolizado por um punhado de empresas, especialmente a Comcast e a AT&T.
Rodger Rice, um senhor de 51 anos entrevistado pelo WSJ, é um exemplo de como isso afeta o hábito de consumo dos clientes. Ele diz que usa serviços de streaming diariamente, como Netflix e Amazon, até que sua operadora o envia uma mensagem de texto informando de que o fim da franquia está próximo. A partir daí, ele passa o restante do mês apenas com TV por assinatura.
"Eu nem teria assinatura de TV a cabo em casa se não fosse por esse limite de dados", disse Rodger à reportagem do WSJ. "A Comcast me pegou pela garganta". De acordo com T. C. Sottek, em seu artigo para o site americano The Verge, fazer com que os consumidores sofram com franquias de internet "faz parte do plano" de operadoras como a Comcast.
"A grande figura ainda é essa: apenas algumas poucas grandes empresas controlam tanto as linhas fixas quanto móveis de internet [nos EUA] das quais todo mundo depende. Elas querem extrair o máximo de dinheiro possível dessas redes enquanto lidam com a mínima concorrência possível", escreveu o jornalista.
Olhando para o cenário norte-americano, é fácil fazer uma comparação com a realidade brasileira e prever como os hábitos dos usuários daqui podem ser afetados a longo prazo. A nossa Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu proibir, por tempo indeterminado, que as operadoras limitem o acesso dos clientes à internet. Mas a postura do órgão, responsável por regular o mercado de telefonia, TV e internet no Brasil, não foi assim desde o começo.
Em 2014, a cúpula da Anatel já previa que limites de dados na internet fixa seriam "inevitáveis", e até semanas atrás a agência fazia questão de defender o lado das provedoras nesta questão. O argumento era de que o volume de tráfego tem crescido muito, desproporcionalmente ao crescimento da infraestrutura, e que se os limites não fossem impostos, as companhias não teriam como suprir a demanda dos usuários.
Mas como essa questão é resolvida nos EUA? Por lá, o equivalente à Anatel é um órgão do governo chamado Comissão Federal de Comunicações - ou FCC, na sigla em inglês. A agência, porém, não tem os mesmos poderes que a Anatel tem no Brasil e não pode impedir sumariamente que as operadoras pratiquem cortes de acesso à internet com base num modelo de cobrança por franquias.
No início de abril, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos (espécie de Câmara dos Deputados americana) aprovou uma proposta que proíbe a FCC de regular os valores cobrados pelas operadoras em seus planos de internet. Por um lado, defensores da nova lei dizem que o livre mercado permitirá que as próprias companhias reduzam preços em busca de atrair os clientes da concorrência; por outro, os críticos dizem que a FCC não terá mais como defender o consumidor diante de práticas abusivas.
O presidente da FCC, Tom Wheeler, afirma que tirar poderes da FCC cria um grande obstáculo na busca pela sonhada "neutralidade de rede". Esse princípio, garantido pela lei brasileira na forma do Marco Civil da Internet, diz que nenhuma provedora pode oferecer pacotes de internet com discriminação de conteúdo. Em outras palavras, uma operadora não pode oferecer um plano que permita apenas acesso ao Facebook e não ao YouTube, por exemplo, de modo que, para acessar ambos, você tenha que pagar mais.
Enquanto o Congresso americano luta para garantir liberdade às operadoras, a FCC usa as armas que tem à disposição para defender os consumidores. Uma dessas armas são acordos paralelos com as empresas, que procuram a aprovação da agência toda vez que buscam realizar fusões ou compras de outras companhias menores.
É o caso da recente operação que fez com que a Time Warner Cable, uma das maiores operadoras de TV e internet dos EUA, fosse adquirida por outra gigante, a Charter. A fusão foi aprovada na última segunda-feira, 25, mas não sem que as empresas aceitassem acatar algumas exigências feitas pela FCC.
A principal delas diz respeito, justamente, ao limite na internet. Por sete anos, a Charter está proibida de impor franquias de dados aos seus 24 milhões de clientes (já somando os da Time Warner). Acordos semelhantes foram feitos pela FCC em outras ocasiões, como na fusão entre a Comcast e a NBC Universal, em 2013. Na época, a empresa foi proibida de aplicar limites nos novos clientes até 2018.
Segundo o The New York Times, esses acordos são feitos há pelo menos uma década. Parte do mercado condena a postura da FCC, dizendo que o órgão "negocia apoio a operadoras em certos procedimentos para ganhar o suporte delas em outros". No caso da fusão entre Charter e Time Warner, a agência preferiu aceitar que um número menor de empresas monopolize o mercado em troca de alguns anos de neutralidade na rede para uma parte dos usuários.
É claro que a legislação americana é bem diferente da brasileira, assim como a oferta de internet por lá é feita em termos muito diferentes dos daqui, como nós já mostramos. Mas com essas movimentações, é possível estabelecer um curioso paralelo entre a forma como os EUA enfrentam questões como o limite de dados na rede fixa e a forma como o Brasil faz o mesmo.